quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Reserva prudente

        Todo o governo deixa impresso o seu modelo de gestão. Lisboa ainda está imprimindo o seu. Na área econômica, a mais afetada, geralmente é que fica marcada na memória do povo, salvo desastres pessoais administrativos que podem surgir de indicações em secretarias que são fundamentais. Se neste início de gestão está sendo desfavorável, ele ainda tem pela frente 3 anos e meio até disputa do seu segundo mandato, caso não aconteça mudanças até lá. Dependendo do seu desempenho, ele terá a seu favor justamente o que hoje lhe tira o sono, que é a estabilidade financeira municipal diante de um cenário de incertezas que marcam a economia brasileira.
     Se estiver disposto a manter a saúde financeira dos cofres municipais, terá que ser severo e criativo conforme insisto escrever. Sem punir os contribuintes, sobretudo aqueles que são mais vulneráveis e da classe econômica da base da pirâmide social. É certo que dinheiro público não é para ficar parado enquanto há uma demanda reprimida de avanços sociais. Mas é necessário neste equilíbrio que se busca, algo que se chama de "reserva prudente". Essa reserva mão pode ser tão grande a sonegar os avanços sociais que a cidade precisa e nem tão pequena que faça o município dependente agonizante de não ter em seus cofres um ou dois meses de alívio advindo da moderação nos gastos. O tempo dirá como Rogerio vai agir.
        

Pois é!!!

Hoje motoristas de vans iinvadirão o Paço Municipal para protestarem contra o impedimento de vans circularem no Centro de Nova Iguaçu. Isso...