quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Governo se faz com pessoas, mas depende do gestor

No governo Rogério Lisboa conheci duas pessoas. Uma delas é o Manoel Barreto e outra é o Cleiton Rodrigues. Independente das funções que exercem na administração municipal, tive a oportunidade de conversar com eles. Sim, é claro que por parte do Cleiton houve uma certa cautela dele, ponderando palavras e medindo o que falava. E o que falamos foi política de outras esferas administrativas e, quando voltava as minhas perguntas sobre o município, Cleiton mais que esperto se esquivava. Mas mesmo assim consegui extrair dele uma pequena entrevista que já publiquei aqui. O outro é o médico Manoel Barreto, sobrinho de um amigo que tenho um profundo respeito. Nas conversas que tive, bate-papo comum de quem gosta de falar sobre política, percebia nele o entusiasmo em poder ter a experiência de ajudar a tocar um setor como a saúde. Não quero dizer que o governo é isso ou aquilo. Toda gestão é fruto dos seus quadros mas, sem dúvidas, ela é principalmente o reflexo das decisões do seu gestor maior, o prefeito. Neste caso ainda é muito cedo para ser taxativo quanto esse período que o Rogério está no poder.
Porque escrevo isso? Por que sei distinguir pessoas, governos e funções. Se tiver que discordar deles farei com a tranquilidade com sempre agi. Informo que o fato de não pertencer não ao governo, reconheço que tem pessoas nele que merecem o meu repeito A ambos desejo sucesso, caso contrário aparecerão por cá. Isso é maturidade política.

Pois é!!!

Hoje motoristas de vans iinvadirão o Paço Municipal para protestarem contra o impedimento de vans circularem no Centro de Nova Iguaçu. Isso...