Gostaria muito que um iguçuano se notabilizasse como um grande gestor municipal e acredito e aposto no Lisboa. Não. Não faço parte do governo, mas nem por isso desejaria a ele dificuldades ou empecilhos na sua administração. Muito ao contrário, o momento é de que os gestores possam fazer mudanças profundas na cultura administrativa das cidades. Rogério é novo e tem pela frente um desafio que não é fácil. Momentos de crises, tanto financeira quanto das instituições, são coisas que terá que enfrentar. Os seus desafios são desafios de uma população que o elegeu em busca do novo e, nisso, ele terá que implementar conforme ecoou, alardeou e espalhou na cidade com o seu jingle de campanha. Político experiente, apesar de novo, ele sabe como se movimentam as peças no tabuleiro da política. Sabe também que Nova Iguaçu é, para o estado, uma "vedete" que chama a atenção de olhares de fora, já que é conhecida por ser a Terra Mãe da Baixada Fluminense. Rogério hoje tem peso na Associação de Prefeitos da Baixada Fluminense, órgão que por um bom tempo vem esquecendo da função primordial que é o desenvolvimento regional. Mas, ainda é cedo para saber como essa associação vai atuar. Agora a hora é de observar. São os desafios que darão ou não grandeza ao nome do Rogério na sua administração.