A contar de hoje, dia 5, faltam 10 dias para os festejos do aniversário da cidade. Não sou assim tão bom de texto ao ponto de escrever uma homenagem à altura desta terra, pedaço de chão que me recebeu, me adotou e me viu engatinhar e andar serelepe pelo o seu solo. Essa Nova Iguaçu da minha infância e da juventude, dos acertos e dos fracassos na trajetória de quem a ela se dedica em textos. Ora poéticos ou jornalísticos, em versos livres ou laudas pesadas, estive e estou tão grudado à sua história que, de certa forma, não poderia contar a minha sem falar dela.
A Nova Iguaçu que a cada olhar me surpreende, como nas paixões que nunca cessam aos meus olhos de promessas. A cidade cujo sinônimo é de meu abrigo, e quando distante brigo para voltar para ela. A Nova Iguaçu que me ampara e o meu tempo pára para escrever pra ela.
Mãe jovem da chamada de Baixada, minha Nova Iguaçu se alastra, posto que no DNA das cidades que já são emancipadas, há na genética a origem que vem da sua guarda. Nova Iguaçu, então, teu és a grande matriarca. Feliz 184 anos!